quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
sexta-feira, 22 de janeiro de 2021
ENSAIO SOBRE A BONDADE
Novo livro em curso, cujo tema é a bondade abordada em forma de ensaio.
A imagem de capa é de autoria da artista plástica Idalina Dionisio que gentilmente cedeu para capa do livro.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
O estado onde isto chegou
O estado
em que isto chegou
Como pode a população portuguesa
ser tão complacente com o estado em que se encontra o país? Se fosse em tempos
pós 25 de abril, ou Passos Coelho, caía o Carmo e a Trindade. Mas não,
aceita-se tudo serenamente e quem protesta é crucificado pela comunicação
social que não faz senão de conselheira do governo de António Costa.
No meio de uma (pandemia) que
levanta muitas interrogações, mesmo a nível científico, já que não existe
unanimidade na classe científica quanto à gravidade da dita pandemia e seus
efeitos letais, temos um governo a governar o barco português quinhentista
completamente à deriva. Hoje diz-se uma coisa, noutro dia espera-se que o
presidente da república venha à comunicação social dizer algo para o governo
vir logo a seguir reunir o concelho de ministro para tomar novas medidas restritivas.
O que é um fato é que ficar em casa não tem diminuído os riscos de contágio, já
que mais de metade da população não está retida em casa, vai trabalhar, anda
nos transportes públicos amontoados de utentes, as escolas em funcionamento,
etc., etc.
Também é certo que o país não
pode parar, não existe economia que aguente muito tempo com o capital humano
confinado em casa. É verdade que a Covid19 é uma doença grave, principalmente
para pessoas com outras patologias associadas. Mas o que veio provar a Covid19
é que o SNS não estava preparado para tamanha enfermidade e o resultado está
nas consultas e cirurgias canceladas que já provocaram mais mortos do que o
próprio vírus.
Culpar os portugueses de não
serem responsáveis perante a pandemia, é muito fácil para sacudir a água do
capote de António Costa, que só tem provado nas suas medidas avulsas que não
sabe gerir a crise sanitária. Andamos de estado de emergência em estado de
emergência e pouco ou nada diminui os contágios. Alguma coisa não bate certo.
Ou os números que a DGS anuncia estão errados, ou então estamos realmente com um
estado de calamidade acentuado.
Com estas medidas restritivas vamos
acabar numa crise económica e social nunca vista, até porque a bazuca de
António Costa já não chega para as necessidades do país. A solução que o
presidente da república fala, onde diz que temos de nos endividar se for
preciso, é uma forma muito simples e básica de remediar o problema.
Só não percebo por que andamos
sempre a bater no mesmo erro ideológico de governação. A história recente já
nos provou que as maiores crises por que passamos estiveram sempre com governos
socialistas. A não esquecer: governos de Mário Soares, António Guterres, José
Sócrates e agora António Costa. Não aprende o povo, a troca de migalhas destes
governantes a economia afunda constantemente. Vive-se pior do que há duas décadas
passadas.
O socialismo nunca foi sinónimo
de prosperidade, mas sim, de miséria e fome, com déspotas a governar povos em
sacrifício. Quando o muro de Berlim foi derrubado o que aconteceu foi que quem
vivia na sociedade comunista passou-se para a capitalista e não o contrário.
Isso foi um fato incontestável que os comunistas não podem renegar. Agora com o
nosso governo virado à extrema esquerda vai ser difícil criar riqueza. Mas o
pior de tudo é que a maioria do povo parece dar crédito ao governo socialista
que cria desemprego e mantem a pobreza extrema. Andamos nisto há duas décadas e
somos ultrapassados na europa por quase todos, só a Bulgária está atrás de nós.
Neste momento de grave crise
económica e social que o país atravessa é caso para perguntar: - Onde está o
Estado Social?
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
A realidade do socialismo
A realidade dos regimes socialistas está bem retratada nesta imagem, e a ignorância desta senhora.
Podemos acreditar num mundo melhor, igualdade de direitos, oportunidades para todos, trabalho, dignidade, mas, não é isso que a história nos diz sobre regimes socialistas, aliás, é fome e miséria ao longo dos tempos. Só não se percebe como ainda existe gente que ignora tamanha realidade.
domingo, 3 de janeiro de 2021
Ano novo vida igual
Entramos no ano novo em Portugal com medidas sanitárias muito rígidas, e assim vai continuar.
Parece que o povo já se habituou à falta de liberdade. Tudo que este governo decreta, o povo obedece mansamente sem questionar as medidas restritivas. À boleia do Covi19 o governo vai governando de escândalo em escândalo, sem oposição quer da direita quer da esquerda, até mesmo do presidente da república que tem sido um verbo de encher perante os atropelos à democracia que este governo tem vindo a fazer.
Quase todas as semanas acontece uma ação polémica do governo, e o povo amestrado não reclama em massa. Um presidente da república que leva ao colo o governo, não protege os mais desfavorecidos da sociedade, a não umas selfs para as TVs. O mais incrível é ver o partido socialista a subir nas sondagens, parece que está tudo contente com a vida que leva. Parece como aquela anedota masoquista: " Quanto mais me bates mais gosto de ti ".
Quando vierem os fundos da EU, vai ser um esbanjar de dinheiros públicos pelas clientelas do sistema, vai ser um ver se te avias. Mas descansa Povo que vais levar novamente com uma troika e não está muito longe de acontecer. Já estamos habituados a ver os socialistas a pôr o país de tanga, sempre foi assim, e o povo não aprende, cai sempre no mesmo erro. Enquanto o dinheiro da europa não chega a economia continua a definhar o desemprego a subir vertiginosamente. O SNS com a história mal contada do covid19 serve de coveiro aos doentes não covid19. E agora, saímos da cauda da europa? Claro que não, assim seremos sempre os pobres coitadinhos periféricos, que não se sabem governar.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
FELIZ ANO NOVO 2021
Para todos os meus seguidores, amigos e público em geral, dou por terminadas as minhas publicações no Alma Aberta, neste ano de 2020.
Espero que o ano de 2021 seja tão bom ou melhor em publicações. Manterei sempre o rigor até aqui realizado nos posts
Estarei sempre pronto para responder a algum comentário que façam no blogue.
Abraços para todos do autor de Alma Aberta:
Quito Arantes
quinta-feira, 24 de dezembro de 2020
Esta cidade!
Esta cidade florida, de encantos que perduram no tempo esquecido. Passeio por teus jardins como se de meu jardim se tratasse. Mas nem tudo é como é, alguma coisa fica por esclarecer. São desavenças despropositadas que perduram no tempo, e que me fazem sofrer sem que alguém ponha fim a tamanhas injustiças. Recordo passeios pelas calçadas ainda por desgastar que tapetes vermelhos enfrentam senhores poderosos da sociedade. Queria que tudo fosse diferente, mais paz, menos conflitos sem razão de existência. Agora vou condescendo a razão das intempéries que se prolongam no tempo. Será sempre uma flor que me dará coragem para enfrentar as contradições da vida, mas não se enganem quem pensa que as coisas são assim tão simples. Existe sempre uma batalha por fazer, haverá sempre um propósito para enfrentar. Será que é assim tão difícil deixar o destino fazer o seu caminho?
Hoje deixo este desabafo, como que um coração oprimido querer fugir do precipício.
Quito Arantes
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
As Quatro Estações e um Citadino - excerto do 1º capítulo
sábado, 19 de dezembro de 2020
Poesia Aos Quatro Ventos já publicado Dezembro 2020
sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
Quem apela a Julian Assange?
domingo, 13 de dezembro de 2020
Manter-se no poder a qualquer custo
Depois dos incêndios de Pedrogão Grande ao assassinato do cidadão ucraniano, tudo fica na mesma. Um ministro da administração interna com provas dadas de incompetência, e lamentando-se como fosse vítima dos acontecimentos é de bradar aos Céus.
Podemos ser ingénuos, mas não somos burros. Todo o país sabe que este ministro não tem condições para se manter no cargo, e até devia ser sujeito a investigação judicial, perante tamanhas incompetências que mantem no exercício do cargo. Não sei que afinidade tem António Costa com este ministro, mas tudo leva a crer que a ideologia partidária está à frente dos interesses do país.
Como pode o povo português aceitar um governo com tamanhas lacunas. Será o povo passivo ou mesmo masoquista perante tamanhas atrocidades à democracia. Nunca um governo foi tão impróprio para governar o país como este.
São os tiques da esquerda radical que levam o país ao fundo do poço. A solução governativa foi o maior erro do século. Não podemos continuar a responsabilizar o governo de Passos Coelho quando o governo socialista desvirtualizou todo o progresso do país. Não creio que esta esquerda se mantenha muito mais tempo no poder, e não sei se chega ao fim da legislatura. Mas responsabilidades terão que ser apuradas. António Costa não pode fazer o mesmo que Guterres fez ao país, deixar um pântano para seus sucessores.
Temos um governo despesistas e não olha a meios para esbanjar dinheiros dos contribuintes. Teremos alguém capaz para reverter esta situação? Fica aqui esta interrogação, porque também não sei se a direita está, neste momento, capaz de dirigir os destino de Portugal.
Falando do presidente da república, é um equivoco pensar que resolve o quer que seja. Está pronto para os holofotes das televisões e pouco mais, não decide, não deixar decidir e além de tudo é inconclusivo. Se disse no passado que a presidência da república devia ser de um só mandato, não sei porque troca as tintas agora.
Somos um país de falhados, não existe estadistas, nem gente que façam a diferença. Realmente até dou razão a André Ventura: é preciso uma quarta república. Assim isto não vai lá, e o povo continua a sofrer os devaneios dos nossos governantes.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2020
De tudo um nada...
Somos um país periférico, deixado à sua sorte. Mas quando quem nos governa está mais interessado nos seus proveitos próprios, está o caldo entornado.
As ideias megalómanas de quem governa está proporcional ao desânimo da população que vê os seus dividendos espairecesse pela carga fiscal, tanto direta como indireta, nas suas contas do dia dia.
Enquanto esbanjarmos dinheiros dos contribuintes em obras faraónicas em empresas públicas que deviam estar nas mãos de privados para assim dar-lhes rentabilidade, não, arrastamos a classe média para uma falência técnica que não há memória.
Que dirá o pequeno comerciante deste embuste governativo, que não é mais nem menos do que o elevar do estrelato do show off. O pequeno comerciante faz contas à vida e não vê jeito das coisas mudarem. O pequeno industrial vê a sua empresa cair num lei off, que não ajuda nem empresas nem empregados. Recapitalizar o pequeno comércio e indústria é fundamental, e espero que a bazuca europeia não vá cair nas mãos dos mesmos que corromperam o Estado.
No fundo de tudo temos um nada, que não advém matéria substantiva. A liberdade de expressão está condicionada ao grande capital e gentes do Estado. Hoje em dia, quase que não se pode dizer o que se pensa, porque a forma subtil, inquisidora do Estado castra o mais simples do cidadão. Os mega processos encalham na burocracia da máquina judicial. No fundo de tudo um nada de coisa nenhuma. Assim vai Portugal tomar as rédeas da presidência europeia, sem primeiro ter resolvido os problemas estruturais internos.
No fundo de tudo um nada de coisa nenhuma, assim navega Portugal à deriva sem rumo ao norte. Sim, porque ao norte da europa é que devíamos estar motivados para levar o país, em vez de andar a pechinchar dinheiros que ainda não fizemos nada pelo merecer.
Meia dúzia de famílias tomaram conta da economia portuguesa, já para não falar dos chineses e das multinacionais. No fundo de tudo, um nada, um Portugal carente de prosperidade
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
A Bazuca que tarda em chegar - Artigo de opinião de Quito Arantes
A tão proclamada Bazuca que António Costa se gabava que vinha aí, afinal tarda em chegar e já não chega para combater a crise em que Portugal está mergulhado.
Com empresas falidas como a TAP e fundos de resolução para NOVO BANCO, não existe dinheiro que chegue para alavancar a economia, nem mesmo com a famosa Bazuca europeia que não sabemos quando chegará.
Entretanto as famílias portuguesas ficam descapitalizadas, o desemprego sobe em flecha, a pandemia mal gerida acaba com o resto que sobra da nossa tão débil economia.
Que legado quer deixar o governo às novas gerações? Não podemos estar eternamente a deitar culpas a Passos Coelho e à Troika, isso são tempos que já lá vão, e foi mesmo o ex. ministro das finanças Mário Centeno que dizia que tinha "as contas certas".
Agora deambula-se em ideologia económica frustrada, que já dei provas no mundo inteiro que só criava miséria empobrecendo populações. O maior erro do partido socialista foi virar à esquerda radical, como se isso fosse solução para os problemas do país. António Costa quis manter-se no poder a qualquer custo, mesmo que para isso descapitalizasse o país. O erro dos socialistas é não admitir que não é o Estado que cria riqueza, mas sim, as pequenas e médias empresas. 90 % da riqueza produzida em Portugal está no sector privado, e de nada vale vir com nacionalizações que isso só traz mais despesas para os contribuintes.
Um máquina de Estado pesadíssima, cheia de gorduras maléficas que só cria défice à contas públicas. Estaremos nós preparados para uma nova recessão? Um nova Troika como os socialistas já nos habituaram? Alguém tem que ser responsabilizado nas barras dos tribunais e não fugir com o rabo entre as pernas como se não tivesse passado nada.
Nunca mais ouvi António Costa falar da Bazuca, porque será?
domingo, 29 de novembro de 2020
Um Portugal adiado - Artigo de opinião - Quito Arantes
Depois da bazuca anunciada pelo primeiro ministro encalhar na Polónia e Hungria, a economia portuguesa com esta esquizofrenia da covid vai bater no fundo.
O problema são investimentos em empresas estatais falidas sem retorno, e financiamentos a bancos privados que não têm solidez nas suas contas.
Enquanto o Estado querer ser promotor da economia através de empresas que só dão prejuízo e que podia estar na mão do capital dos privados que lhes dão o rendimento devido, não vejo futuro para Portugal.
A máquina estatal é muito pesada, são assessores, comissões de inquérito, grupos de estudos e o diabo a quatro que levam ao despesismo das contas públicas.
Quando virá a pedinchice da EU, que não chega nem para o fim de 2021, e enquanto o setor das micro e pequenas empresas, que por ordem deste governo fecham os seus negócios à boleia de uma doença pandémica que tem muitas reticências, nunca sairemos deste buraco sem fundo.
O mal é António Costa querer cantar de galo antes da meia noite, e depois é o que se vê. Todos os governos socialista levaram Portugal a uma crise profunda, foram troikas e mais troikas e depois querem que a direita façam milagres com a miséria que os socialistas puseram o país.
Injetar dinheiros públicos, dos contribuintes, em empresas como a TAP, CP, Carris, etc... é esbanjar o dinheiro de quem paga impostos que deviam ser direcionados para a segurança social e saúde.
Assim não vamos lá, vamos bater no fundo novamente, e nunca saímos da cauda da Europa, andamos nisto há quarenta e seis anos sem solução à vista.
É muito bonito, e até romântico o socialismo, mas nos países que foi implantado só trouxe miséria para os povos.
sábado, 28 de novembro de 2020
Novo livro editado - "Poesia Aos Quatro Ventos"
Depois de “Verão Quente de 1984”, Quito Arantes surpreende-nos com mais uma revelação poética muito ao seu estilo. As palavras respiram vida, despertam emoções. O sorriso de uma lágrima, o grito surdo de dor, saudade e abandono, ou a tormenta de tempestades e incertezas. Este espelho de imagens incertas e fugazes dá também lugar a momentos de pura sensualidade. Como o poeta já nos tem vindo a revelar, é na amálgama de palavras que ele encontra o seu refúgio. Recorrendo a uma cronologia e à sua particularidade que foge à norma, a partir desta “Poesia Aos Quatro Ventos”, o leitor é envolvido na sua obstinada busca do amor, de si próprio e do seu mundo.

Fugindo do caos sofrido
Encosto a alma à mãe Natura
Sinto os sinais dos seres selvagens
Que me despoluem as amarras
Da intempérie do sufoco urbano.
Destilo nos sons da Natureza
Nos arranques voluntários
Da minha igualdade partilhada.
Rasgo as palavras inusitadas
De um mundo que não me pertence.
Refresco a minha face
Nas tuas águas cristalinas
Viste-me chegar empobrecido
Nas rédeas do mau-olhado.
Agora sou tu em mim,
Plenitude da Natura.
Agarra-me, leva-me contigo…
23 de fevereiro de 2012
Quito Arantes -
Poesia Aos Quatro Ventos, 2020
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