domingo, 21 de junho de 2026

Quando tudo inacabado acabar!

Tenho uma certa perceção que as coisas caminham para se obter a perfeição em tudo o que se faz. O que será da humanidade quando chegar a um ponto que as coisas estão todas feitas e não existe mais nada para construir? Eu sei que a raça humana é muito criativa, mas criar coisas impensáveis poucas probalidades existem para acontecer. A inteligencia artificial está a tomar conta da mente humana e a tornar-la cada vez mais preguiçosa. Eu sei que existem grandes avanços na ciência em que são atribuídos prémios Nobel pelo  trabalho exercido em prol da ciência. 

Enquanto houver gente a filosofar  no impensável em que a mente humana é o principal motor de conhecimento e de transformação das sociedades modernas, poderemos ter  ainda esperança que a IA não nos condicione. Porque, no fundo da questão é pensarmos até que ponto a IA pode tomar conta da mente humana. Não podemos deixar que as máquinas tomem conta das nossas decisões. Empurrar com a barriga tudo que nos faz pensar e que devemos ser nós a construir o futuro e não as máquinas apoiadas pela IA, Isso seria o fim da nossa espécie.

terça-feira, 9 de junho de 2026

A ilusão de um Portugal europeu

Não sei se poderei dizer que Portugal ainda continua na cauda da europa... claro! que posso dizer assim como a maioria dos portugueses pensam o mesmo. Somos bons no futebol e até temos alguns cientista de referência ao mais alto nível mundial, mas isso não chega, porque temos uma população na maior parte com falta de literacia e invejosa de quem faz melhor. Mas pronto! Que havemos de fazer, não fomos educados para evoluir no sentido solidário com o nosso melhor amigo. 

Se os jovens querem imigrar para a europa, não é só por melhores salários mas também pelo  reconhecimento do seu esforço e são sem dúvida muito melhor tratados pelas instituições desses países.

Sem margem para dúvida, não soubemos aproveitar os fundos que a EU nos ofereceu de mão beijada e ainda por cima somos mal agradecidos e estamos sempre a pedir cada vez mais. Não sei onde isto vai parar, só sei que nunca chegaremos ao nível dos mais ricos povos europeus. Portugal esqueceu-se que o mundo já foi todo descoberto e não existe mais epopeias marítimas. Continuamos virados ao mar e nada fazemos para melhorar as oportunidades que ele nos oferece sem querer tirar dividendos.