sexta-feira, 25 de maio de 2012

Diário do Medo na Existência - Video promocional

video
Audio: Mafalda Veiga
Imagem: Quito Arantes
Edição: Quito Arantes

Na memória de um Povo

Do definhar das tradições,

Prevalece o teu costume

E Alma secular, onde

As tuas vestes de um negro

De saudade e de desgosto

Que tempo agreste da serra

... Nunca irá apagar.

Aqui tu serás sempre a rainha

De um povo singular

Que por mais que os tempos

Teimem em apagar,

Serás sempre a memória de um povo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Já chegou!!

Chegou hoje o meu novo livro editado no Brasil, Diário do Medo na Existência, é um livro que tenho um apreço muito especial, pois foi editado por amiga do país irmão, Catiaho Helena Alcantara, que tem vindo apostar na minha criação literária.
Também o meu muito obrigado ao escritor brasileiro, Silvioafonso pelas palavras que dirigiu à minha pessoa neste livro.
Este livro não obedece ao novo acordo literário, mas sim a um português mesclado entre Portugal e Brasil.
Importante, além de acordo ao não acordo literário é que a mensagem passe e as vivências descritas no livro, sirvam para enriquecer quem o lê.
É com profundo agrado que apresentarei na feira do livro de Barcelos.
"O medo foi-se e a existência é o presente"

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Obrigado Catiaho Alcantara!!

Aproveito para agradecer à minha Editora no Brasil, Catiaho Alcantara, por ter apostado em mim, como novo escritor português.
Com o livro: "Diário do Medo na Existência", integralmente editado no Brasil, país Irmão, onde com Catiaho Alcantara, poeta, escritora, artista, e editora, temos vindo a desenvolver parcerias na arte  da escrita.
Mais uma vez o meu muito obrigado, à amiga e editora Catiaho Alcantara.
Nota: Estarão dentro em breve, dispiniveis no Brasil, os outros meus títulos editados em Portugal.

domingo, 6 de maio de 2012

Desculpa??? Quito Arantes!!!

Desculpa??? Quito Arantes!!!

Dizem: o que vai volta… Mas será mesmo assim tão linear? Os encontros e desencontros da vida acontecem a cada passo dado, as incertezas acumulam-se no dia-a-dia, e para todo chamamento do coração, a dor da perda é uma espada cravada na alma, que à medida que o tempo vai correndo, e essa espada vai cortando os pequenos sinais de um calor humano dado à alegria de viver, é sentida a esperança e o forte desejo de derreter a lâmina afiada que ofusca os sentimentos mais nobres.

Quero que volte toda aquela vontade e desejo de amar, todo aquele fulgor de abraçar e constituir harmonia nas almas. Não há rancor que persista quando a alma não é pequena e nada é em vão.

Quero deixar um legado que sirva de inspiração a quem perdido nas trevas, luta pela salvação do corpo e alma num só.

Na tranquilidade de um desejo, fica a esperança no dia do amanhã, mais belo, mais sentido em amor, mais próximo de ti.

Tudo passa pela aprendizagem da vida, que não se limita à juventude do corpo, mas a todo um conjunto de emoções que nos vão enxergando todos os dias.

Deixarei os meus rios fluírem para o teu mar, onde tento navegar contra as intempéries dos males entendidos.

05/05/2012