sábado, 20 de outubro de 2012

"Poesia aos quatro ventos"

Correm os ventos de norte
Como se um apelo anunciado
Me levasse para o paraíso.
Queria embeber-me nas fragas
Que refrescam a minha mente
...
Entupida pelo redopio da cidade.


Correm os ventos da mudança
Lentamente pelo meu ser
Nas formas de desejo inacabado.
- Levarei a dor dos momentos passados
Para que esta se desfaça em alegria
E felicidade nos ventos algures do norte.

Agora o retorno já não é possível
Não haverá hesitação num desleixo
Continuarei a amar a existência
Do bem que traz as almas amigas.
13/05/11
In "Poesia aos quatro ventos"

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Outono em Lamas de Mouro - Parque Nacional da Peneda-Gerês






quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O Recuperador de Tempo - Novo livro a ser editado no final de 2012

Sinopse
 O autor, numa escrita verosímil de sobriedade e transparência, e com breves episódios, ocorridos entre o campo e a cidade, conduz o leitor, em crescendo de curiosidade à forma como o homem, enquanto ser existencial, caminha ao alcance do “Recuperador de Tempo”.
Através do protagonista da obra, Osvaldo, que ofuscado por um passado de vivências de leviandade, vive o presente, numa luta constante, reavendo o tempo perdido, em seu benefício e do meio que o circunda. Paulatinamente, em contacto com a natureza e com as pessoas que lhe são fiáveis, abandona o mundo de futilidades, outrora por ele adotado, e consegue pôr em prática, com atitudes e comportamentos fidedignos, alcançando o tão desejado “Recuperador”.
 Osvaldo “não recupera os tempos de juventude, física e irreverente, mas o seu espaço temporal de equilíbrio (…) alguém superior no universo lhe desobstruíra o caminho da vida terrena, tendo apenas de seguir os sinais de corpo e alma. Ladeado de pessoas que lhe queriam bem, construiu um mundo à sua medida, eximo a entraves de uma vida plena.”
 Valera-lhe, deveras, o conselho do amigo nórdico: “Não vale a pena perder tempo com coisas que não chegam a ser coisa alguma.”