segunda-feira, 26 de junho de 2017

Daqui da Aldeia do Soajo, e no meio destes canastros(espigueiros), surgiu também a ideia de seguir mais para norte, até terras Castrejas. Talvez fosse uma leve neblina que pairava sobre a minha alma, e que me dizia que devia ir mais longe, tão longe que todo o meu medo se evaporasse nas encostas do rio Laboreiro.
Deixei-me levar pelo encanto no alto Minho que levava em mim o de meu provir.
Hoje fica-me a lembrança de sempre voltar aos amigos que por lá deixei, às terras abençoadas por Deus, à Natureza pura e singela.
Como me disse uma pessoa amiga: - Já devias ter ido há mais tempo!!!
Q.A.
Foto #33688FA

domingo, 25 de junho de 2017

Barcelos pela fresca liberdade

Nesta manhã serena, recordo tua praceta... Onde em tempos me julgaram no teu lugar, sem dó nem piedade. Hoje, passeio livre. Esta liberdade fui eu que a conquistei, e não, os capitães de Abril.

domingo, 18 de junho de 2017

O que andamos a fazer!

Às vezes fico a pensar como a indiferença faz tão mal ao homem. Poem-lhos a pensar porque havemos de ser tão maus, e tão abusadores da desgraça alheia.
Há gente que, em falta de argumentação, vai buscar acontecimentos de há vinte anos para justificar-se. Vinte anos é um terço de uma vida e para quem não roubou, não matou e nem maltratou o seu semelhante é de uma injustiça atroz andar a passar as informações de geração em geração as desgraças do seu semelhante. É o povo que temos que vive do mau alheio, alimenta-se de intrigas e de falências técnicas dos seus vizinhos. Na hora de dar a mão, são poucos os que aparecem para o fazer, mas esses que aparecem são os verdadeiros humanistas aqueles que podem criar um Portugal melhor mais justo, onde o Amor ao próximo prevalece.

domingo, 11 de junho de 2017

A grande Caldeirada


Estamos numa grande cadeirada ideológica. A dita esquerda moderada governa-nos com os tiques estalinistas, maoistas e sem lá que mais... Uma grande caldeirada de ideias e idiotas que pensam ter ideias para um país mais justo. A dívida pública não para de aumentar, e estes iluminados, fazem querer aos portugueses que nunca vão ser chamados a pagar. Já tivemos três resgates e por este caminhar cedo virá outro, que os socialistas não vão ter a quem deitar as culpas.
Como exemplo da foto, esta caldeirada que nos governa a troca de favores da esquerda radical merecia um banho de calda de sulfato para termos uma colheita mais justa nos próximos anos. À que sulfatar esta geringonça perdida no estado de graça que Marcelo Rebelo de Sousa vai alimentando como nada se passasse.
Resguarde-se as nossa economias, porque os especialistas em gastar papel (PS), não investem nos cuidados de saúde, na educação, na segurança social. Assim é fácil cumprir metas orçamentais para Bruxelas, sem investimento público, e o país a ficar cada vez mais pobre, muita pobreza nas famílias. Não são rosas Senhor, é o pão que o povo precisa, são dois milhões de necessitados, meu Senhor...

sábado, 10 de junho de 2017

Presidente, mas não de todos os portugueses. DIA DE PORTUGAL 10 DE JUNHO DE 2017

Hoje dia de Portugal, mas não de todos os portugueses, pois Marcelo Rebelo de Sousa não  é o Presidente de todos os portugueses como quer mostrar. Faz demonstrações de afetos e solidariedade para a comunicação social, minada por um socialismo caviar. Não responde a anseios de portugueses que lhes escrevem, não quer saber, quer sim, aparecer hipocritamente nos holofotes das TVs, como se isso alimentasse ou tirasse alguém da pobreza.
Um Presidente de todos os portugueses, certifica-se que ninguém passe fome no seu país, e pressiona os governantes para que tal não aconteça. Não é dar abraços aos sem abrigos e depois ir comer carne assada com a sua comitiva.
No dia de Portugal de 2017, estou mais triste, muito mais triste do que nunca. Continuam muitas crianças e idosos e passarem fome em Portugal. Um vergonha, não existe nada para festejar, enquanto estas injustiças sociais continuarem em Portugal.
No dia de Portugal os políticos e responsáveis governamentais, assim como Marcelo Rebelo de Sousa deviam entregar os seus ordenados do mês de junho aos pobres de Portugal, isso sim seria para festejar.
Os únicos responsáveis pela pobreza que ainda existe em grande escala em Portugal, são os políticos que nos governam há 43 anos. Que lhes pese a consciência. Que a lei do retorno lhes caia encima.
 
NB: foto Caritas portuguesa