terça-feira, 30 de março de 2021

Reflexões!

Dei tudo de mim (18)

Dei tudo de mim, e só restou uma memória

nostálgica. Agora em tudo é suficiente, falta sempre o

essencial que não advenho bom presságio. Resta-me a

palavra amiga de quem me possa compreender.

Quero deixar um sentido de bom amigo que

escasseia no meio da turbulência. Será sempre uma

esperança num amanhã risonho, mesmo que não pareça

como tal.

https://www.quitoarantes.pt/loja/livros/reflexoes-micro-contos-e-excertos/


sábado, 27 de março de 2021

Terra de Ninguém

Ai portugueses que força levam vocês no coração para deixar ficar este país numa terra de ninguém… não é por acaso que somos um povo de brandos costumes, ou então, um povo de uma passividade que mete dó. Quarenta anos de ditadura parece que nada foi aprendido para cairmos noutra forma de ditadura, também esta cruel. Vivemos numa ditadura do medo, onde os governantes atemorizam os cidadãos com o medo de contrair uma doença global. Eles são matemáticos, infeciologistas, virologistas e diabo a quatro que baseados em factos imprecisos contaminam a opinião pública a reboque de uma comunicação social corrompida por aquisição de publicidade institucional.


Taborda Fonseca

quinta-feira, 25 de março de 2021

Comemoração de 10 anos de Escrita Literária

Quito Arantes celebra dez anos de escrita literária, contando com dezassete obras publicadas, estando já a caminho da décima oitava.

Fazendo uma breve retrospetiva, em 1990, o autor iniciou a sua intensa atividade de escrita. Durante nove anos escreveu para “páginas de leitor” na revista Noticias Magazine do Jornal de Notícias e também no Jornal de Barcelos, com artigos de opinião no âmbito de políticas sociais.

Após uma profunda reflexão sobre a sua atividade e a conselho de uma psicóloga, resolveu dar luz à sua história de vida, numa obra romanceada, baseada em experiências vivenciadas pelo próprio. Assim, surgiu o seu primeiro livro editado em 2010.

"O Chalé de Cork" foi apresentado na Feira do Livro de Barcelos, seguindo-se, a ficção com "A Janela Aberta" também em 2010. Entre outras atividades ligadas à arte, Quito Arantes é fotógrafo e músico, tendo realizado uma exposição de fotografia “ 2 OLHARES”, em coautoria com Sofia Carvalho, na Biblioteca Municipal de Barcelos em Julho de 2010.

 

Segundo Quito Arantes, “havia algo que não me fazia parar de escrever, e assim o trabalho literário foi-se desenvolvendo a uma média de dois livros por cada ano que passava.”

Durante cinco anos, entre 2011 e 2016, esteve em retiro espiritual, onde viveu na sua “Casa do Sol Nascente” no Parque Nacional da Peneda-Gerês, mais concretamente, em Castro Laboreiro, onde inspirado pela Natureza e vida selvagem desenvolveu grande parte da sua obra literária.

Em 2011, publica o seu primeiro livro de poesia, “Verão Quente de 1984” no qual constam também letras de músicas que ia compondo durante uma longa viagem pela Europa.

 Seguem-se, respetivamente, em 2014: “Diário do Medo na Existência”, “Contos de Encantos”, “Até Sempre!”, “O Recuperador de Tempo” e “As Quatro Estações e um Citadino”, esta última, uma das obras que mais tempo absorveu ao escritor, podendo mesmo afirmar-se que foi de tal forma intenso que o leitor é levado a viajar através do espaço temporal e a percorrer juntamente com o autor as quatro estações, na sua longa contemplação das metamorfoses da “Mãe Natura”, através da janela da “Casa do Sol Nascente”.

Em 2015, é editado “Os Amores de Jesué”. Nunca tendo deixado de escrever a um ritmo apaixonante de “fervilhar de ideias e criação”, o autor desenvolveu vários projetos, muitos deles ainda por desvendar.

O livro seguinte, cujo ano de publicação é 2017, trata-se de “Onde Está o 25 de Abril de 1974?” que tal como o próprio autor o define, é “uma outra história da revolução e suas consequências”.

Já em 2019 são publicados: O Incontinente”, “O Homem da Cidade Mais Perto do Céu!” e “Porque és Assim?”.

Em 2020, precisamente no ano em que celebra dez anos de carreira literária, Quito Arantes, também com os heterónimos Peter Quiet e Taborda Fonseca, edita duas obras, sendo uma delas, autobiográfica, “Memórias de Um Psicótico” e “Pensamentos Soltos”.

No âmbito internacional, desde 2015 que Quito Arantes tem vindo a editar obras traduzidas para a língua inglesa, respetivamente, “In the House of Le Patriarche”, “The Four Seasons and a Townie”, “The Open Window”, “The Hot Summer of 1984”, “Ode to the Four Winds” e “The Journey”, este último em coautoria com Paula Ferreira, baseado no seu primeiro livro “O Chalé de Cork”.

Atualmente a residir na sua cidade materna, o autor dedica-se a tempo inteiro à escrita, tendo recentemente publicado o seu segundo livro de poesia em 2020, “Poesia Aos Quatro Ventos”, no qual revela, uma vez mais, a sua incrível capacidade criativa.

 

Esta compilação de textos, micro-contos e reflexões tem por objetivo retratar de forma genérica e não exaustiva, o percurso do autor ao longo da sua construção de sonhos, em estados de alma, por meio de uma amálgama de palavras ao seu estilo muito peculiar.

Ao longo de textos, umas vezes sob a forma de prosa poética, outras, narrativa descritiva ou, até mesmo, numa abordagem direta ao leitor em forma de diário e em frequentes descrições objetivas e subjetivas, o autor partilha as suas mais profundas emoções, vivências, estados de alma, revoltas e lutas incessantes pela justiça social, a sua paixão arrebatadora pela serra, por costumes e o povo castrejo.

Claramente, podemos constatar a sua entrega e o seu render a estas terras e a estas gentes. Não esquecendo, de igual forma, o seu berço materno a que faz referência diversas vezes. No fundo, ele exterioriza na escrita o longo percurso da sua interminável introspeção. Neste ondular de emoções, o leitor é convidado a conhecer o autor na sua forma mais pura e cristalina, como ele diria “as águas cristalinas que brotam de rochosos do alto da serra de Castro Laboreiro”.

 

Paula Ferreira

 


 

Na rota do Le Patriarche

Brevemente será publicado este novo livro. Relatos de uma experiência vivida pelo protagonista  da história. História real passada nos anos 90 de sec. XX.
Poderão aquirir o livro na loja online www.quitoarantes.pt




 

sábado, 6 de março de 2021

.Reflexão

Guardo em ti todos os caminhos sinuosos, caminhos que nunca pensara percorrer, e nas tuas contas a minha paixão pela vida.
Recordo os teus beijos repenicados de um carinho sem fim, a tua admiração pela minha loucura.
Agora é tempo de espera, serenamente uma espera sentida, como se o amanhã fosse ao virar da esquina.

Quito Arantes, 06.03.2021

 

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Dez anos de escrita literária - 2010 / 2020

Quito Arantes celebra dez anos de escrita literária contando com dezassete obras publicadas, estando já a caminho do décimo oitavo.

Fazendo uma breve retrospetiva, em 1990 o autor iniciou a sua intensa atividade de escrita. Durante nove anos escreveu para “páginas de leitor” na revista Noticias Magazine do Jornal de Notícias e também no Jornal de Barcelos, com artigos de opinião no âmbito de políticas sociais.

Após uma profunda reflexão sobre a sua atividade e a conselho de uma psicóloga, resolveu dar luz à sua história de vida, numa obra romanceada, baseada em experiências vivenciadas pelo próprio. Assim, surgiu o seu primeiro livro editado em 2010.

"O Chalé de Cork" foi apresentado na Feira do Livro de Barcelos, seguindo-se, a ficção com "A Janela Aberta" também em 2010. Entre outras atividades ligadas à arte, Quito Arantes é fotógrafo e músico, tendo realizado uma exposição de fotografia “2 OLHARES”, em coautoria com Sofia Carvalho,  na Biblioteca Municipal de Barcelos em Julho de 2010.

 

Segundo Quito Arantes, “havia algo que não me fazia parar de escrever, e assim o trabalho literário foi-se desenvolvendo a uma média de dois livros por cada ano que passava.”

Durante cinco anos, entre 2011 a 2016, esteve em retiro espiritual, onde viveu na sua “Casa do Sol Nascente” no Parque Nacional da Peneda-Gerês, mais concretamente, em Castro Laboreiro, onde inspirado pela Natureza e pela vida selvagem desenvolveu grande parte da sua obra literária.

Em 2011, publica o seu primeiro livro de poesia, “Verão Quente de 1984” no qual constam também letras de músicas que ia compondo durante uma longa viagem pela Europa. Seguem-se, respetivamente, “Diário do Medo na Existência”, “Contos de Encantos”, “As Quatro Estações e um Citadino” (uma das obras que mais tempo absorveu o escritor), “Até Sempre!” e “O Recuperador de Tempo”, todos em 2014.

Em 2015, é editado “Os Amores de Jesué”. O livro seguinte, cujo ano de publicação é 2017, trata-se de “Onde Está o 25 de Abril de 1974?” que, tal como o próprio autor o define, é “uma outra história da revolução e suas consequências”.

Já em 2019 são publicados: “O Incontinente”, “O Homem da Cidade Mais Perto do Céu!” e “Porque és Assim?”.

Em 2020, precisamente no ano em que perfaz 10 anos de carreira literária, Quito Arantes, também com os pseudónimos de Peter Quiet e Taborda Fonseca, edita duas obras, sendo uma delas, autobiográfica, “Memórias de Um Psicótico” e “Pensamentos Soltos”.

Atualmente a residir na sua cidade materna, o autor dedica-se a tempo inteiro à escrita, tendo recentemente publicado o seu segundo livro de poesia em 2020, “Poesia Aos Quatro Ventos” revelando, uma vez mais, a sua incrível capacidade criativa.

 

Esta compilação de textos, micro-contos e reflexões tem por objetivo retratar de forma genérica e não exaustiva, o percurso do autor ao longo da sua construção de sonhos, em estados de alma, por meio de uma amálgama de palavras ao seu estilo muito peculiar. Ao longo de textos, umas vezes sob a forma de prosa poética, outras, narrativa descritiva ou, até mesmo, numa abordagem direta ao leitor em forma de diário, o autor partilha as suas mais profundas emoções, vivências, estados de alma, a sua paixão arrebatadora pela serra, por costumes e o povo castrejo.

Claramente, podemos evidenciar a sua entrega e o seu render a estas terras e a estas gentes. Não esquecendo, de igual forma, o seu berço materno a que faz referência diversas vezes. No fundo, ele exterioriza na escrita o longo percurso da sua interminável introspeção. Neste ondular de emoções, o leitor é convidado a conhecer o autor na sua forma mais pura e cristalina, como ele diria “as águas cristalinas que brotam de rochosos do alto da serra de Castro Laboreiro”.

 

Paula Ferreira 


 

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Brevemente


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sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

ENSAIO SOBRE A BONDADE


Novo livro em curso, cujo tema é a bondade abordada em forma de ensaio.
A imagem de capa é de autoria da artista plástica Idalina Dionisio que gentilmente cedeu para capa do livro.


 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

O estado onde isto chegou

 

O estado em que isto chegou

Como pode a população portuguesa ser tão complacente com o estado em que se encontra o país? Se fosse em tempos pós 25 de abril, ou Passos Coelho, caía o Carmo e a Trindade. Mas não, aceita-se tudo serenamente e quem protesta é crucificado pela comunicação social que não faz senão de conselheira do governo de António Costa.

No meio de uma (pandemia) que levanta muitas interrogações, mesmo a nível científico, já que não existe unanimidade na classe científica quanto à gravidade da dita pandemia e seus efeitos letais, temos um governo a governar o barco português quinhentista completamente à deriva. Hoje diz-se uma coisa, noutro dia espera-se que o presidente da república venha à comunicação social dizer algo para o governo vir logo a seguir reunir o concelho de ministro para tomar novas medidas restritivas. O que é um fato é que ficar em casa não tem diminuído os riscos de contágio, já que mais de metade da população não está retida em casa, vai trabalhar, anda nos transportes públicos amontoados de utentes, as escolas em funcionamento, etc., etc.

Também é certo que o país não pode parar, não existe economia que aguente muito tempo com o capital humano confinado em casa. É verdade que a Covid19 é uma doença grave, principalmente para pessoas com outras patologias associadas. Mas o que veio provar a Covid19 é que o SNS não estava preparado para tamanha enfermidade e o resultado está nas consultas e cirurgias canceladas que já provocaram mais mortos do que o próprio vírus.

Culpar os portugueses de não serem responsáveis perante a pandemia, é muito fácil para sacudir a água do capote de António Costa, que só tem provado nas suas medidas avulsas que não sabe gerir a crise sanitária. Andamos de estado de emergência em estado de emergência e pouco ou nada diminui os contágios. Alguma coisa não bate certo. Ou os números que a DGS anuncia estão errados, ou então estamos realmente com um estado de calamidade acentuado.

Com estas medidas restritivas vamos acabar numa crise económica e social nunca vista, até porque a bazuca de António Costa já não chega para as necessidades do país. A solução que o presidente da república fala, onde diz que temos de nos endividar se for preciso, é uma forma muito simples e básica de remediar o problema.

Só não percebo por que andamos sempre a bater no mesmo erro ideológico de governação. A história recente já nos provou que as maiores crises por que passamos estiveram sempre com governos socialistas. A não esquecer: governos de Mário Soares, António Guterres, José Sócrates e agora António Costa. Não aprende o povo, a troca de migalhas destes governantes a economia afunda constantemente. Vive-se pior do que há duas décadas passadas.

O socialismo nunca foi sinónimo de prosperidade, mas sim, de miséria e fome, com déspotas a governar povos em sacrifício. Quando o muro de Berlim foi derrubado o que aconteceu foi que quem vivia na sociedade comunista passou-se para a capitalista e não o contrário. Isso foi um fato incontestável que os comunistas não podem renegar. Agora com o nosso governo virado à extrema esquerda vai ser difícil criar riqueza. Mas o pior de tudo é que a maioria do povo parece dar crédito ao governo socialista que cria desemprego e mantem a pobreza extrema. Andamos nisto há duas décadas e somos ultrapassados na europa por quase todos, só a Bulgária está atrás de nós.

Neste momento de grave crise económica e social que o país atravessa é caso para perguntar: - Onde está o Estado Social?

 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

A realidade do socialismo

A realidade dos regimes socialistas está bem retratada nesta imagem, e a ignorância desta senhora.
Podemos acreditar num mundo melhor, igualdade de direitos, oportunidades para todos, trabalho, dignidade, mas, não é isso que a história nos diz sobre regimes socialistas, aliás, é fome e miséria ao longo dos tempos. Só não se percebe como ainda existe gente que ignora tamanha realidade.


 

domingo, 3 de janeiro de 2021

Ano novo vida igual

Entramos no ano novo em Portugal com medidas sanitárias muito rígidas, e assim vai continuar.

Parece que  o povo já se habituou à falta de liberdade. Tudo que este governo decreta, o povo obedece mansamente sem questionar as medidas restritivas. À boleia do Covi19 o governo vai governando de escândalo em escândalo, sem oposição  quer da direita quer da esquerda, até mesmo do presidente da república que tem sido um verbo de encher perante os atropelos à democracia que este governo tem vindo a fazer.

Quase todas as semanas acontece uma ação polémica do governo, e o povo amestrado não reclama em massa. Um presidente da república que leva ao colo o governo, não protege os mais desfavorecidos da sociedade, a não umas selfs para as TVs. O mais incrível é ver o partido socialista a subir nas sondagens, parece que está tudo contente com a vida que leva. Parece como aquela anedota masoquista: " Quanto mais me bates mais gosto de ti ".

Quando vierem os fundos da EU, vai ser um esbanjar de dinheiros públicos pelas clientelas do sistema, vai ser um ver se te avias. Mas descansa Povo que vais levar novamente com uma troika e não está muito longe de acontecer. Já estamos habituados a ver os socialistas a pôr o país de tanga, sempre foi assim, e o povo não aprende, cai sempre no mesmo erro. Enquanto o dinheiro da europa não chega a economia continua a definhar o desemprego a subir vertiginosamente. O SNS com a história mal contada do covid19 serve de coveiro aos doentes não covid19. E agora, saímos da cauda da europa? Claro que não, assim seremos sempre os pobres coitadinhos periféricos, que não se sabem governar.