domingo, 6 de dezembro de 2015

Olhei as tuas pedras seculares debaixo de um azul celestial que me cobria as memórias de momentos vividos com o teu Senhor, Deus dos homens, das coisas e do meu universo.
Pensei que ao entrar em Teu Templo, meu Deus… ouviria o silêncio da minha alma, num chamamento suplicado. Fui sentindo que ainda não devia estar preparado para me deitar humildemente a Teus pés.
Rodopiei em teu redor, Templo dos meus descansos de alma, e, por tudo, por nada, poderei dizer que não te devo res...peito.
No Teu Templo entrego a miséria do meu corpo, e recolho o fruto maduro da alma que há em mim.
Pode ser que um dia as Águas também sejam deitadas sobre o meu caixão, aquele estranho ser, que escolheu um Povo para se poder encontrar como cidadão respeitado com a dignidade devida e justa.
O Amor… Aqui urge!!!
Q. A.

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