sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Pelos olhos de um novo Povoador

Hoje, falo de animais que convivem connosco. Servem-nos de companhia, de sustento e muitas vezes afagam-nos as tristezas.
É normal, quando percorro as ruas de Castro Laboreiro cruzar-me com o cão, um gato ou então um bovino. Já para não falar dos garranos que agora são pouco vistos pela Vila.
É com grande satisfação ao ver que os animais domésticos não são maltratados, são acarinhados, alimentados mesmo que sejam animais de rua. Lamentável é quando vêm à Vila abandoná-los. A... maior parte dos animais que deambulam por Castro Laboreiro têm dono, mas toda a gente os acarinha, fazem parte da comunidade. Muitos deles já nos reconhecem, tanta são as vezes que nos cruzamos e interagimos com eles.
Isto todo discurso para dizer, que na minha ótima, quem não gosta de animais não pode ser boa pessoa. Um animal maltratado e recolhido por alguém que trata dele, nunca mais abandona o seu tratador.
Existe uma linguagem universal que é entendida por todos; chama-se sensibilidade.
 

 by Q.A.