Como somos pequenos perante a doença e a natureza. Pensamos que ultrapassamos tudo e todos e num virar de olhos tudo se pode desmonerar perante a doença e as forças da natureza. Portanto, não devemos substimar aquilo que não podemos controlar.
Entre estarmos passivos perante as adversidades, talvez fosse melhor estarmos ativos e construírmos um mundo melhor para ser vivido. Deixar um mundo melhor do que aquele que encontramos devia ser o nosso lema fundamental. De que nos vale andarmos a nos guerrear quando a morte é certa. Encontrar pontes que nos unam na prosperidade e no bem comum deixando de olharmos para o nosso úmbigo já seria uma evolução da humanidade.
Talvez devessemos olhar mais para a natureza e ver como ela se reenventa perante as adversidades e assim aprendermos a ver uma nova forma de estar em sociedade. A normalização do insentivo ao ódio entre as diferentes formas de ver o mundo é uma coisa que nos separa do reino animal pelas piores razões. Assim, é importante que saibamos colocarmo-nos no lugar do outro antes de fazer qualquer tipo de julgamento.
Quando conseguirmos enxergar o quanto somos pequenos perante a doença e natureza, estaremos prontos para seguir em frente com os nosso objetivos.
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