terça-feira, 23 de julho de 2013

Até sempre!

Eu queria acreditar que Adolfo, um dia, veria o seu trabalho reconhecido, sem estereótipos e quezílias do passado. Admirava a sua forma de vida, alheio a más vontades, no seu mundo a solo. Era um caminhar pela vida, sem pressas de chegar, sem más intenções. Queria ser feliz e fazer os outros felizes. Quem viesse por bem, entregava o seu coração sem receios. Aprendera que o bem seria sempre vitorioso, e nas suas deambulações pelos trilhos da vida, chegara à conclusão que a liberdade de decidir e agir, eram fundamentais para coexistir com a sua personalidade.

In " Até Sempre! "

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