Não vi nenhuma relevância no Orçamento de Estado para 2021, como a finalidade de acabar com a pobreza extrema no país. Falam muito em investimento de obras públicas, mas combater a pobreza, muito pouco ou mesmo nada.
Dois milhões de pobres em Portugal é uma grande vergonha para Portugal europeu.
Dignidade para os mais pobres precisa-se, urgentemente.
Dá a sensação que somos um país de excluídos, onde o Estado se esquece de quem já deu muito a Portugal.
Somos um só povo, uma só dignidade, e para melhorar as condições de vida dos mais pobres, temos que ter uma assistência social muito forte.
Urgente tirar as pessoas da rua, ao frio à chuva e à sua sorte madrasta.
Mais do que um fundo de resolução bancária, é preciso um fundo de resolução social que colmate a pobreza extrema.
É bom que soubesse-mos que o dia de amanhã é uma incógnita. Hoje estamos bem, amanhã podemos estar a pedir ajuda.
Foto: esquerda.net
terça-feira, 27 de outubro de 2020
Portugal pobre
sábado, 24 de outubro de 2020
Ensaio sobre a Bondade
De nada nos adianta sermos arrogantes, porque a lei do retorno encarrega-se de pôr-nos no lugar certo. Quantos castelos se desmoronaram em pouco tempo, onde se pensava serem indestrutíveis. Quantas famílias se desordenaram por desavenças materiais, quando bastava cedência, de ambas as partes, para tudo se resolver pelo bem, e no bem é que está a virtude. Sejamos bondosos e o final será sempre generoso.
Página 26
Quito Arantes in " Ensaio sobre a Bondade "
(em curso)
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
Referendo recusado
Referendar a eutanásia é uma matéria sensível na comunidade, e não são os parlamentares que hoje já não são sinónimo de maioria da população, que vão ditar a opinião pública.
A voz tem que ser devolvida ao povo, assim é que é democracia, e não estar refém dos caciques políticos no parlamento.
Mal vai a democracia portuguesa que não dá voz ao povo.
quinta-feira, 22 de outubro de 2020
Solidão e abandono
A solidão é tremendamente injusta, assim como o abandono.
O Sr. António vivia no alto da serra Amarela, longe de tudo e de todos. Esquecido pelo Estado Social que os políticos tanto apregoam.
No seu fato desgastado pelo tempo que tanto o maltratou estava o senhor no seu olhar fugidio enfrentando a sua sorte.
Esquecido por um Portugal que não serve os idosos, e os deixa maltratados depois de terem dado tudo ao país.
Assim vai Portugal dos feitos heroicos que deixa ao abandono quem muito deu neste Portugal afundado.
Texto e foto: Quito Arantes
sábado, 17 de outubro de 2020
O Recuperador de Tempo Quito Arantes
"Poderá o tempo passar sem que o ser humano olhe para trás e, num estado refletivo e consciencioso, se predisponha a recuperar algo perdido no passado que, irremediavelmente, não tenha possibilidade para o alcançar?
Esta é a história de um homem que, incansavelmente, luta contra o tempo perdido da sua vida de futilidades. Já numa idade avançada, reconhece que, mediante uma vida despreocupada, pouco ou nada contribuiu para o bem estar da sua existência!
Depois de muito se debater com a sua postura boémia, uma forma de estar na sociedade, descobre a "fórmula de recuperação de tempo".
Uma viagem, ás mais ínfimas opções de vida, passando de homem solitário a salvador da humanidade!
Esta história de ficção, levando-nos às entranhas do imaginário, passa a mensagem da brevidade da vida; tão breve que, muitas vezes, o ser humano perde tempo com coisas que, afinal, não chegam sequer a ser coisa alguma!"
NB: Romance ficção com relatos de puros problemas existenciais
Quito Arantes (2012). O Recuperador de Tempo
O livro "O Recuperador de Tempo" está à venda em:
https://www.wook.pt/livro/o-recuperador-de-tempo-quito-arantes/14608426
https://www.bertrand.pt/livro/o-recuperador-de-tempo-quito-arantes/14608426
https://www.amazon.es/dp/B00L1RWM8E/ref=dp_kinw_strp_1/261-8297111-0346426
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Excerto do novo livro em curso de Quito Arantes
A sociedade capitalista de organizada de tal forma, que aceita como um fato consumado a pobreza e vive com ela como um fato normal. Muitas ONGs estão no terreno, porque ainda existem pessoas boas na sociedade ao invés de governos austeros que estão mais preocupados nos arranjinhos das negociatas.
Quem tem um teto, deve dar graça a Deus, porque nos dias de hoje um teto, uma cama, e pão na mesa é uma bênção de Deus. Não devia ser assim, como diz a nossa constituição; todo o português deve ter uma vida condigna e igualdade de direitos perante a lei."
Autor: Quito Arantes
(em curso)
domingo, 11 de outubro de 2020
Monte da Franqueira - Barcelos - Portugal
Pequena dissertação, por Quito Arantes
"E tudo se foi, numa fração de decisões. Tudo se foi e tu ficaste reduzido à tua sorte. O amanhã é incerto, mas terás a tua firmeza para levares por diante os teus objetivos.
Sem medo, tens a vida reduzida ao presente diminuído. Agora estás só, sem apoio condicional, estás só para levares a tua vida para a frente.
Cairás num beco sem saída, ou mesmo a pedir esmola para viveres, mas a tua integridade será a mesma aquando a vida te sorria. Serás sempre tu na infinidade de ser pensante e de bem com os outros. Guarda o que de melhor de ti tens para que não falte memórias no eterno."
Autor: Quito Arantes
sábado, 10 de outubro de 2020
Degradação social - texto Quito Arantes
Quinta do Ferro em Lisboa, sem água luz ou esgotos.
Que país é este?
Já para não falar num sem abrigo a viver debaixo de um viaduto na cidade do Porto há dois anos. É pena que o primeiro ministro fuja a estas realidades, porque realidade de escassez social não é o seu forte.
A realidade da pobreza em Portugal é gritante. Era bom que os fundos que veem da Europa fossem canalizados para combater este flagelo social.
Somos um país de boca de rico e estômago de pobre.
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