domingo, 20 de novembro de 2016

Na manhã dourada reenvento a minha cidade, onde nada se desperta, e de fininho vou caminhando para não haver seguimento de um coração ferido.
Este muro que inventei, será só um agora e já que me protege do mal dizer.
Será sempre nas manhãs douradas onde o sol me ofusca o sono profundo. Não quero, nem desejo um fim glorioso, mas sim, a serenidade transparente rasgada de lutas em terras perdidas, em que o paraíso é a alma do já e agora.
Q.A.
Foto # 33688FA

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