terça-feira, 10 de junho de 2014


É meio dever como habitante de Castro Laboreiro, repor a verdade sobre esta notícia que vem publicada no Jornal Voz de Melgaço, de Maio
Não sei quais foram as fontes que obtiveram, mas eu que vivo diariamente em Portelinha, e nunca vi garranos a causar danos nas culturas, muito menos meia centena de cavalos.
Uma eguada ( conjunto ou manada de vinte cavalos) raramente é vista, e nunca nas culturas.
Também não foi a o edital da junta, dizendo que iriam abater vinte cavalos que originou a autarquia a tomar uma decisão diferente.
Os garranos selvagens são património nacional, dentro do contexto da vida selvagem e protegida do Parque Nacional da Peneda-Gerês, portanto, nem a junta nem a autarquia tem poderes para tomar decisões de abate. Cabe ao ministério do ambiente e direção do Parque, tomar as devidas medidas de proteção, tanto dos animais, como das populações nele inseridas.