terça-feira, 21 de abril de 2009

Memórias do tempo



Há coisas que ficam nas nossas memórias.
Os combóios das américas dos cow-boys e indíos.
As linhas férreas construídas à custa do esforço de imigrantes asiáticos, muito deles escravizados.
Por cá fica a memória da linha do Tua, que teimam em acabar com um símbolo do norte transmontano.
Podemos viver em armonia com o passado e o presente, pensando sempre no futuro sustentável.
Quando vi esta locomotiva em Vouzela, fiquei maravilhado e com uma saudade do passado.
Não porque seja contra o progresso, mas sim, porque recorda-me bons tempos de criança, sem o stress da vida de hoje.
Com o passado aprendemos a corregir erros do presente e a prevenir erros do futuro.
Fico contente que se preserve a história de uma revolução indústrial do século XVIII/XIX.