terça-feira, 29 de setembro de 2020
Não tem vergonha sr. António Costa
Texto: Quito Arantes
sábado, 26 de setembro de 2020
Marcelo porque não te calas
Não há necessidade Marcelo andar a pressionar partidos tanto à esquerda como à direita para aprovação do orçamento de Estado 2021. As coisas devem decorrer com normalidade sem interferência do chefe de Estado. António Costa irá certamente obter consenso com BE, tudo indica que será assim. Agora não podemos andar a deambular da esquerda para a direita como se não houvessem diferenças ideológicas para governar.
Se o governo tiver que cair e tivermos uma crise politica, não seria a primeira, e nem será a última.
Marcelo deve optar pelo bom senso e abster-se dos conflitos de interesses políticos.
Foto: TVI24
Texto Quito Arantes
domingo, 20 de setembro de 2020
Eras tu o mar...

O vale prolongava-se até o teu fim, um fim sem finito que de tão belo ofuscavas a minha pertinência. Hoje deixei meu olhar alongar-se há tua imensidão.
Recordo os dias que éramos amigos nas aventuras adolescentes que pairavam nas aspirais de uma medula sentida. Hoje proclamo a minha liberdade, por vezes, ressentida nos eixos do mal dizer.
Lá ao longe era tu o mar...
Foto e Texto: Quito Arantes
sexta-feira, 18 de setembro de 2020
Rumo ao socialismo
A Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece que "ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua família" e que "a família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado". E determina: "aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos."
QUE ANDA O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO A FAZER COM OS NOSSOS JOVENS? DOUTRINAÇÃO RUMO AO SOCIALISMO?
segunda-feira, 14 de setembro de 2020
E o mundo surdo, mudo e cego
Pensem bem antes de deitar comida fora.
É incrível como a comunidade internacional passa ao lado deste flagelo.
Não posso acreditar que possam dormir sossegados os responsáveis pela economia mundial. Se dormem sossegados são mais uns fascistas sem desculpa.
Toda a vez que estas notícias vêm a lume é como um murro no estômago.
Não sei porque o Bill Gates ainda não interferiu nesta questão, está mais interessado numa vacina para dizimar a população mundial. Filantropo como se intitula devia ter uma palavra a dizer a estas crianças.
Eu na minha modesta e humilde condição já fiz um donativo.
Cabe a cada um pôr a mão na consciência.
Texto: Quito Arantes
Foto: AHMAD AL-BASHA/GETTY
domingo, 13 de setembro de 2020
Até Sempre - Quito Arantes
Centremo-nos agora no texto que temos em mãos. O leitor que esteja habituado a romances mais dinâmicos, após a leitura das primeiras páginas, pode considerar que se trata de uma escrita monótona, talvez devido a uma ténue escansão diarística que o mesmo apresenta. No entanto, rapidamente se irá habituar a essa cadência e perceber que esse é o ritmo em que a personagem principal passa os seus dias. É como que um convite para o leitor fazer parte daquele mundo, onde tudo se passa com a calma da vida da aldeia, sem pressas, sem agitação e em perfeita comunhão com a natureza.
E assim, pela mão do narrador, o leitor vai entrando no mundo de Adolfo, no seu dia-a-dia, nos seus desejos e angústias, nos seus constantes dilemas, mas, também, nas suas conquistas e alegrias, nas suas vivências chegando até a sentir o ar puro e fresco da manhã acompanhado de um café no seu terraço, que ele tanto aprecia.
Adolfo mostrou, desde muito cedo, ser uma pessoa peculiar, com uma sensibilidade muito especial para a música, para a escrita, extremamente virado para a contemplação das pessoas, das relações humanas e do mundo em seu redor.
Nunca se enquadrou dentro da castradora moldura de cidade. Quando, por motivos de vária ordem, finalmente o conseguiu, libertou-se dela e optou pela tela viva e sem moldura do campo. Aí não sentia amarras físicas, nem psicológicas, que lhe prendiam o corpo e lhe sufocavam a alma.
Agora, ele não tem de viajar ao encontro da natureza, como fizera desde a sua juventude, ele está em plena natureza e sente-se parte dela. Longe do rebuliço de um centro urbano, refugiou-se numa aldeia minhota onde se podia dedicar àquilo que mais gostava: a fotografia e a escrita.
O seu grande sonho, pelo qual luta incessantemente, é conseguir o reconhecimento no panorama literário nacional (ou eventualmente internacional) e poder viver apenas da sua arte. Neste ponto, Adolfo poderia ser um escritor qualquer que, tal como ele, batalha a pulso pela sua fama, sem ter a magia e o poder da grandiosa máquina do marketing.
Adolfo debate-se com dois dilemas paralelos, que tenta equilibrar ao longo de todo o romance. Para além da, já referida, constante tentativa de crescer e ser reconhecido enquanto escritor, o amor por Delfina e a dificuldade em conseguir que ela (uma citadina confessa) deixasse a cidade e fosse definitivamente viver com ele, deixavam a sua alma numa permanente inquietação.
Esta personagem feminina surge definida como o seu “calcanhar de Aquiles”. Embora se amassem e apreciassem os momentos que estavam juntos, o facto de viverem em sítios diferentes obrigavam-no a deslocações à cidade, esse lugar pejado de recordações pouco agradáveis que Adolfo queria, definitivamente, deixar para trás.
Sendo um livro recomendado a todos, a sua leitura é especialmente importante para aqueles que estão agora a iniciar-se na escrita e sentir que, antes da passadeira vermelha, há um longo caminho de terra e pedras a percorrer.
Convido-vos, então, a fazer esta caminhada com Adolfo rumo ao sucesso que não se sabe se está a poucos metros ou a longos quilómetros de distância, mas já dizia o poeta: O sonho comanda a vida!
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
Novo livro de Taborda Fonseca, novo pseudónimo de Quito Arantes
domingo, 6 de setembro de 2020
VERGONHA
Assim vai o nosso Portugal, muito longe de ser um país evoluído, estamos no pelotão do subdesenvolvimento social.
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
COMO UM RIO CORRENDO PARA O MAR...
Joana tinha de pôr termo àquela relação sem futuro. Nas confidências com sua mãe ela lá ia dizendo que não estava feliz, já não amava Ernesto, ele só lhe estava a causar sofrimento. Andreia de Falco estava determinada a acabar com o sofrimento de sua filha, não a podia ver naquele sofrimento.
Andreia de Falco arranjou coragem e foi falar com o amigo Fausto Silveira. Talvez fosse a melhor forma de pôr termo àquela situação insuportável. Combinaram encontro num café junto a sua casa. Fausto na sua intuição policial sentia que algo de grave devia estar a passar com a sua amiga.
Com cara de caso Fausto, cumprimentou Andreia, sentaram-se, pediram dois cafés, e então perguntou o que se estava a passar. Andreia disse que temia pela segurança física de sua filha Joana. Fausto começou a ficar apreensivo e perguntou: - Mas a tua filha está a ser ameaçada?
A aconselho de sua mãe, Joana aproveitou uma saída para o ginásio de Ernesto, pegou nas suas trouxas e foi para casa da mãe. Mesmo assim temia que ele aparecesse por lá numa atitude de posse. Mas Fausto imediatamente colocou-se no terreno.
A obsessão de Ernesto por Joana, era meramente sexual. Era um objecto para ele satisfazer as suas necessidades fisiológicas. Joana já se tinha apercebido disso e só um corte radical com ele podia libertar-se daquela opressão. Joana, agora em casa da mãe, sentia-se mais segura, sabendo que estava sobre protecção policial do amigo de Andreia, Fausto Silveira.
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(em curso)
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